St. Barths – É a “Ilha da Vez”

Um dia e uma noite em St. Barthelemy não foram o bastante para podermos apreciar uma das mais belas e famosas ilhas do Caribe.
Vindos de San Juan de Puerto Rico, num dos cruzeiros marítimos que fazem escalas em algumas ilhas do Caribe, paramos em Gustavia, a capital de St. Barths, carinhosamente chamada por seus freqüentadores, que na alta temporada é reduto dos ricos e famosos que agitam a marina com seus iates de luxo, vindos de várias partes da Europa e das Américas.
Começamos nosso tour por uma caminhada pelas ruas estreitas e charmosas da cidade, repletas de turistas ávidos de boas compras. Pudemos observar que a ilha parece ter roubado um pouco do charme dos balneários da França, país a qual pertence. Mas também foi possível percebermos vestígios da Suécia, que foi dona do território durante o século 18. Sinais dessa ocupação estão nas placas das ruas, na arquitetura de algumas casas e nos nomes de alguns lugares, como da própria capital, nomeada em homenagem ao rei Gustav II.

St. Barths é um dos quatro territórios das Pequenas Antilhas, que englobam as Índias Ocidentais Francesas. Ela foi cedida pela França à Suécia em 1785, retornando à França, em 1878.
St. Barths é tão especial que recentemente Paul Allen, co-fundador da Microsoft esteve na ilha e reuniu no deck de seu suntuoso iate, gente famosa como Steven Spielberg, Denzel Washington, Linda Evangelista e Jon Bom Jovi. Também ali curtiam as praias, a cantora Gwen Stefani com sua família, Beyoncé e Jay-Z, e Lindsay Lohan, que atraia a atenção dos paparazzi com seus biquínis polêmicos.

Praias paradisíacas - Nós, realmente não vimos nada disso. Nem sabiamos que eles poderiam estar por lá.
A ilha, que tem pouco mais de 8 mil habitantes, cuja língua oficial é a francesa, mas que também se fala inglês e crioulo, tem mais de vinte praias paradisíacas, oferecendo diversão para todos os tipos de visitantes. Composta de montanhas cobertas de verde e pequenos vales, suas casas e mansões construídas nas encostas e em meio a densa vegetação, garante uma vista privilegiada das águas cristalinas e de cor azul-turquesa do mar caribenho.

O que ver, e apreciar

A partir das ruas centrais da ilha, chega-se às baías de St. Jean
e de Marigot, onde estão localizados restaurantes mara-vilhosos em torno de uma lagoa esmeralda. Le Colombier, também conhecida como Rockfeller’s Beach tem acesso através de trilha, onde oferece mergulho com snorkel.
St. Jean é a praia mais famosa, onde está concentrada a maior parte de lojas, hotéis, restaurantes, shoppings e discotecas. A cidade pode ser facilmente explorada a pé. Visite o mercado livre chamado Ti-Marché e o Musée de St Barthelemy para conhecer a história da ilha. De barco é possível fazer passeios às vizinhas Anguilla e St Martin/St Maarten. O local é ideal para quem quiser experimentar um pouco da atmosfera encontrada nas pequenas cidades da Côte dAzur.

Serviços

Como chegar - Por avião - Chegar a St. Barths não é fácil. Como não existem voos diretos do Brasil para a ilha, o turista precisa fazer conexão nos Estados Unidos, no México ou na própria ilha de St. Maarten. Grandes companhias aéreas oferecem voos diários para a ilha partindo das principais cidades americanas, como Nova York e Miami. De St. Maarten até St. Barths, há pequenas empresas aéreas que ligam as duas ilhas.
Por balsa - Outra opção para chegar na ilha é pegar uma balsa em Saint Martin. O trajeto pode levar entre 45 e 75 minutos, dependendo do local de embarque e do tipo de balsa. As saídas são diárias, em diferentes horários, e a passagem custa entre 50 e 75 Euros.
Transporte na ilha – A melhor maneira é alugar um carro. Como a maior parte dos hotéis e casas ficam nas encostas, alugar um carro é uma das melhores opções para quem vai a St. Barths. A ilha não é grande e é possível chegar a praticamente qualquer lugar em até 20 minutos. Para dirigir, qualquer carteira de motorista é válida.
Táxis - Para quem não quiser dirigir em St. Barths, existem os táxis. Mas fique atento, pois eles podem sair caro. Além disso, pode ser difícil conseguir um, especialmente durante a alta temporada.

Onde se hospedar – St. Barths não possui grandes hotéis das redes internacionais. As acomodações são menores e mais privativas, geralmente administradas por famílias. Por esse motivo, albergues e hotéis mais em conta não são facilmente encontrados por lá.  Uma dica para economizar é planejar a viagem para depois de abril, quando as diárias começam a cair. A opção de hospedagem mais comum - e menos econômica - na ilha é o aluguel de vilas, casas e apartamentos por um período determinado. Para quem quiser e puder esbanjar, essa é a melhor opção, já que muitas residências são de cair o queixo.
Gastronomia - Apesar de pequena, a ilha surpreende com suas opções gastronômicas. Restaurantes franceses marcam presença, mas também é possível encontrar opções de culinária japonesa, mediterrânea e, claro, frutos do mar.

 

 

 

 

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