Monotrilho causa indignação aos turistas
Mais uma vez nos chega e-mail de turistas que se mostram surpresos pelo fato de a cidade ter um monstrengo formado por pilares e vigas horrorosas cortando a cidade de leste a oeste, partindo do centro da cidade até o Terminal Turístico e Rodoviário, abandonado há mais de 25 anos, sem que nada seja feito para solucionar o problema.
O projeto, que a princípio seria utilizado como transporte de massa e que ligaria o centro à periferia da cidade, contornando em forma circular todos os bairros, com aproximadamente 15 quilômetros de extensão, chegou a muito custo até o Terminal Rodoviário (pouco mais de 4 km). Após sua inauguração, houve problemas funcionais e o mesmo foi praticamente abandonado e em seguida, com o desassoreamento feito pela prefeitura do ribeirão próximo à agência VW, os pilares de sustentação de algumas torres vieram abaixo. Um bom motivo para a empresa concessionária entrar na justiça contra a administração petista da época e postergar, talvez indefinidamente, a re-inauguração dessa obra.
Como já escrevi anteriormente, “o monotrilho jamais vai funcionar, e vai ser difícil achar um prefeito que tenha coragem de demoli-lo”.
“Taxa de Turismo” a cidade perdeu
mais de um milhão
Não se tem mais notícia sobre o mandado de segurança impetrado pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares de Poços de Caldas, com a finalidade de suspender a cobrança da Taxa de Turismo, instituída pela Administração Municipal passada, com a finalidade de arrecadar fundos para o incremento de nosso turismo.
Sua cobrança, regulamentada pela Lei Complementar 91 e alterada pela Lei 95, de 16/07/2008 começou a ser arrecada em abril do mesmo ano, cujo valor médio mensal ficou em torno de R$ 70.000,00. Foi um absurdo o não cumprimento dessa lei, já que o valor arrecadado, cerca de R$ 2,00 por quarto, não seria uma despesa do hoteleiro, mas cobrado de cada hóspede. No entanto, o Sindicato entendeu que não deveria recolher, pois poderia onerar seu cliente.Onerar?
Se computarmos essa média de R$ 70 mil por mês, iniciado em abril de 2008, a Secretaria de Turismo/Prefeitura teria hoje em caixa (17 meses X 70.000,00 = R$ 1.190.000,00)
Certamente que um milhão, cento e noventa mil reais seriam suficientes para restaurar vários pontos turísticos e ainda promover a cidade na grande imprensa. Estou certo, ou errado? Por favor, me informem!