A calçada faz a diferença 2
Assim como eu, os turistas que visitam uma cidade, observam as condições de limpeza, conservação, padronização e criatividade de suas calçadas. Nelas, não se concebe que elas sejam feias, sujas e encardidas. A administração municipal tem procurado resolver o problema, principalmente na área central da cidade, e parece-me não ter conseguido uma solução. A parte já construída na Praça Pedro Sanches, já tem vários pontos deteriorados, com ladrilhos soltos, quebrados, e o que é pior ainda, imundos. Os proprietários dos estabelecimentos privilegiados com esse piso, não se importam com a manutenção, as manchas negras (chicletes) que se instalaram nos ladrilhos e não as removem, jogando simplesmente água. O que não resolve.
Monotrilho causa indignação aos turistas - 2
Mais uma vez nos chega e-mail de turistas que se mostram surpresos pelo fato de a cidade ter um monstrengo formado por pilares e vigas horrorosas cortando a cidade de leste a oeste, partindo do centro da cidade até o Terminal Turístico e Rodoviário, abandonado há mais de 25 anos, sem que nada seja feito para solucionar o problema.
O projeto, que a princípio seria utilizado como transporte de massa e que ligaria o centro à periferia da cidade, contornando em forma circular todos os bairros, com aproximadamente 15 quilômetros de extensão, chegou a muito custo até o Terminal Rodoviário (pouco mais de 4 km). Após sua inauguração, houve problemas funcionais e o mesmo foi praticamente abandonado e em seguida, com o desassoreamento feito pela prefeitura do ribeirão próximo à agência VW, os pilares de sustentação de algumas torres vieram abaixo. Como já escrevi anteriormente, “o monotrilho jamais vai funcionar, e vai ser difícil achar um prefeito que tenha coragem de demoli-lo”.
Convention Bureau e “Taxa de Turismo” – ainda existem?
Não se tem mais notícia sobre o mandado de segurança impetrado pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares de Poços de Caldas, com a finalidade de suspender a cobrança da Taxa de Turismo, instituída pela Administração Municipal passada, com a finalidade de arrecadar fundos para o incremento de nosso turismo.
Sua cobrança, regulamentada pela Lei Complementar 91 e alterada pela Lei 95, de 16/07/2008 começou a ser arrecada em abril do mesmo ano, cujo valor médio mensal ficou em torno de R$ 70.000,00. Foi um absurdo o não cumprimento dessa lei, já que o valor arrecadado, cerca de R$ 2,00 por quarto, não seria uma despesa do hoteleiro, mas cobrado de cada hóspede. No entanto, o Sindicato entendeu que não deveria recolher, pois poderia onerar seu cliente.Onerar?
Se computarmos essa média de R$ 70 mil por mês, iniciado em abril de 2008, a Secretaria de Turismo/Prefeitura teria hoje em caixa quase um milhão e meio de reais.
Certamente que essa quantia seria suficiente para restaurar vários pontos turísticos e ainda promover a cidade na grande imprensa. Estou certo, ou errado? Por favor, me informem!