Leitores querem ver o “circo pegar fogo”?

Depois da brilhante entrevista concedida a este jornal pelo Dr. Sidnei Boccia sobre o processo eleitoral deste ano e, na edição do mês passado, a matéria do Prof. Astúdias sobre a morosidade de nossa Justiça, a caixa de e-mails do jornal está cada vez mais repleta de artigos, denúncias e “cobranças” para que este periódico dê continuidade às entrevistas com os magistrados para saber deles o que realmente está acontecendo com o Poder Judiciário que, a cada dia que passa acumula mais processos e não consegue concluí-los em tempo aceitável e justo.

Por outro lado, a entrevista com o Dr. Maurício Ferreira Cunha, dos Juizados Especiais – embora os processos cíveis e criminais sejam menos complexos – mostra que, com disciplina e boa vontade, as coisas podem melhorar. Segundo ele, uma média de 500 processos nessas áreas são concluídos mensalmente. Bom exemplo!

Lixo: problema de educação ou falta de dinheiro?

Os saquinhos plásticos utilizados pelos super-mercados para embrulhar seus produtos, parece que foram a solução para as pessoas – ricas e pobres – reaproveitá-los para embrulhar e se desfazer do lixinho básico, como restos de comida, etc. etc.

Até aí, tudo bem! O que não pode jamais acontecer é que os mesmos sejam colocados individualmente na rua, junto aos postes e árvores (veja foto), tornando-se uma atração para animais e outros bichos famintos, que deles fazem a festa, e muita sujeira no local. A Secretaria de Serviços Urbanos deveria notificar esses moradores que assim procedem, e exigir que, pelo menos, todos sejam reunidos num saco plástico maior e mais reforçado.

E o pior de tudo é que esse procedimento de falta de educação sanitária também acontece na frente de boas casas, prédios e até mansões, cujos proprietários não se dignam gastar alguns reais a mais e adquirir esses sacos pretos, fortes e maiores. É uma pena saber que essas pessoas “miseráveis” ainda acreditam que poderão levar para o túmulo o que conseguiram economizar com essas “ninharias” que nada acrescentam. Tenho dó deles!

E por falar em saquinho plástico

Uma campanha para se economizar esses mesmos saquinhos plásticos utilizados pelos super-mercados ainda não decolou. Acho até que ainda nem nasceu. Mas é preciso que alguém urgentemente inicie.

Eu fiz parte daqueles que ainda levavam às compras de armazém uma cesta de palha ou uma sacola de lona. E como era bom! O tempo passou, e acabei aderindo às sacolinhas! Atualmente, elas proliferam pela sua praticidade e por ser mais um veículo de propaganda. No entanto, há informações que o PVC do qual são feitas, é altamente resistente e sua decomposição pode levar até centenas de anos. Vamos pensar no assunto?

 

 

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