Motociclistas não respeitam demarcação de vagas
O assunto volta à tona. Mais uma vez sou porta-voz das reclamações de nossos leitores que, já não estão aguentando mais transitar com seus veículos pela cidade e, mesmo pagando a Zona Azul, não encontram sequer uma vaga para estacionar.
Além da falta de educação de alguns motoristas que não respeitam o espaço ideal para estacionar seu veículo, deixando espaços inutilizados, mas que não comportam mais uma vaga, o problema maior está com as motocicletas, que são estacionadas numa vaga que caberia um automóvel, SEM utilizar o cartão da Zona Azul. Absurdo!
Cadê a fiscalização?
A utilização de uma vaga de automóvel para estacionar uma motocicleta deveria ser duramente reprimida pela fiscalização, já que para as motos, foi demarcada uma área exclusiva para elas, em quase todos os quarteirões da área central da cidade.
Um leitor colocou a seguinte situação: EXPERIMENTE estacionar seu carro dentro do espaço destinado às motocicletas. IMEDIATAMENTE você será autuado e, se não for encontrado, seu veículo será guinchado. No caso inverso, uma motocicleta pode ficar por horas seguidas numa vaga de automóvel, sem pagar o Cartão, que nada acontecerá.
ISTO É CERTO ??? Dois pesos, duas medidas? Cadê a fiscalização ?
Mais um leitor indignado com os ônibus de turismo
O leitor MC mandou e-mail (e foto) a esta coluna, indignado com o que presenciou no último domingo por volta das 14 hs defronte ao Hotel Nacional, quando um ônibus da empresa Inbrazil Tour, placa LVL 1380, estacionou naquele local, afastado mais de um metro da calçada para recolher as malas dos passageiros que estavam hospedados no hotel e se preparavam para retornar às suas origens. Ao bloquear a passagem dos outros veículos, já que a operação durou alguns minutos, o motorista acabou causando um grande transtorno ao trânsito e transformando a rua Barros Cobra numa verdadeira “estação rodoviária”.
Não bastasse essa irregularidade - confirma o mesmo leitor - outro ônibus, estacionado nas proximidades, talvez aguardando a sua vez para fazer a mesma operação, permaneceu ali com o motor funcionando por quase 15 minutos, expelindo fumaça escura do escapamento nas pessoas que almoçavam no Santa Rosa.
Já está passando da hora de se deixar de conviver com fatos tão lamentáveis em pleno centro da cidade, sem que ninguém tome providências. Ele sugere que nesses locais de embarque e desembarque de passageiros na frente dos hotéis, pelo menos entre as 13 hs e 16 hs, horário em que os hóspedes vão para seus destinos, um fiscal (ou policial) esteja presente para “administrar” a situação. Ele reconhece que o problema é mais evidente nos domingos, e que nesse dia, naturalmente, todos querem estar longe dos compromissos. Mas ele lembra também que o proprietário do hotel, empresário Waldir Miguel, é muito amigo da Polícia Rodoviária e que, bastaria um telefonema a eles que o problema seria solucionado. Está aí uma solução !
Moradores reclamam do barulho na madrugada
Moradores de um condomínio próximo ao Katarino também mandaram e-mails reclamando do barulho ensurdecedor a que estão sendo submetidos em todos os finais de semana, já que motoristas abusados, bêbados – e talvez drogados – com suas “possantes máquinas” (geralmente carros pretos e antigos, tipo Chevette, Monza e Golf) com sistema de som que muitas vezes custam mais do que o próprio veículo, com alto-falantes no limite máximo, fazem a rota Correa Neto, Expedicionários, Rio Grande do Sul, XV de Novembro, à partir das 23 hs, prolongando até o amanhecer, perturbando o sono dos moradores daquela região.
Durante o dia, os carros de som também perturbam
Circulando pelo centro nevrálgico da cidade, já é comum se deparar com veículos portando grandes caixas de som, fazendo propaganda de lojas e serviços de terceiros. Além do som estridente, o pior é também a velocidade desses veículos que, a 20 km por hora, atravancam o nosso trânsito, já congestionado pelo grande número de veículos em circulação, Sinceramente, alguma coisa tem que ser feita. E urgente!!!