Munique - a bela "Capital da Baviera"

Desta vez não foi fácil chegarmos à Munique. Tivemos que optar por uma escala que acabou se tornando numa estada de duas noites na bela capital portuguesa.
Na verdade, nosso objetivo seria um voo praticamente direto à região de Toscana, na Itália, mas que, acabamos incluindo Lisboa e Munique na rota, graças ao grande número de turistas que viajam à Europa neste final de ano, e aos escassos vôos disponibilizados pelas companhias aéreas. Porém, nada a reclamar!
Também havia me esquecido que naqueles dias estava sendo realizada a maior festa de Munique, a Oktoberfest, e que os hotéis estavam praticamente lotados. Com certeza, nos hospedamos num hotel três estrelas e pagamos o preço de um de cinco. Também, nada a reclamar Enfim, nossa estada em Munique, que seria de duas noites, passou para quatro, já que a cidade é dinâmica e maravilhosa.

Da última vez que estivemos em Munique, fizemos uma viagem planejada, graças ao apoio que a Secretaria de Turismo local (Munich Tourist Office) nos ofereceu, hospedando-nos confortavelmente no Exquisit Hotel, a poucos passos da Torre Sendling e colocando à nossa disposição uma simpática guia de turismo, a Wicky Weller, que nos ciceroneou por toda a cidade, oferecendo os tickets de ingresso aos palácios, museus e restaurantes, na bela capital da Baviera.

Desta vez, não houve tempo para os contatos oficiais. Partimos sozinhos para rever essa maravilhosa cidade, às margens do rio Isar e ao sopé dos Alpes.
Orientar-se em Munique é fácil. O núcleo turístico está situado entre a estação central - Hauptbahnhof -  e o rio Isar, à leste. Entre estes dois locais há um anel viário que compreende o centro histórico da cidade. Não há necessidade de transporte para percorrer esta área, sendo preferível caminhar por conta própria, já que as distâncias são pequenas.
Para quem prefere ou precisa, o transporte urbano é rápido e eficiente. Pode-se escolher entre bondes (Strassenbahn), metrô de curta distância (U-Bahn) e de longa distância (S-Bahn). Os bilhetes podem ser adquiridos nas máquinas automáticas existentes em vários pontos da cidade e devem ser validados ao embarcar. Há diversos tipos de tarifas, diárias e semanais.

Na segunda viagem, quando você retorna à uma cidade, você já tem uma idéia de sua potencialidade e já sabe onde ir. Há poucas quadras do Rilano Hotel, já estávamos no Sendling Tor, a torre que separa a cidade da parte medieval de Munique. Ali começa tudo o que é de bom: lojas sofisticadas com fachadas medievais, bares, restaurantes e prédios históricos, como a bela catedral. Caminhando até o final da Sendling Strasse, adentra-se a movimenta praça Marienplatz, com seu belo edifício onde hoje funciona a Prefeitura. Muita gente está ali, não só admirando o local como esperando ver, e ouvir, o belíssimo carrilhão que dá um espetáculo de originalidade.

Mais adiante está a catedral Frauenkirche, um dos ícones da cidade, com suas duas torres de 100 metros de altura. Prosseguindo na caminhada, chega-se até Peterskirche, a igreja mais antiga da cidade, para curtir a vista de seu mirante.
Com os Alpes como fundo, Munique é uma cidade na qual os edifícios de vanguarda das empresas mais modernas da Europa se misturam com o verde de seus frondosos parques. Englischer Garten, o parque central da cidade e um dos maiores do mundo, é atravessado pelo ribeiro Eisbach. Os parques do Palácio Real e do Palácio de Nymphenburg (antiga residência de verão dos reis de Baviera) também são lugares que vale a pena visitar.

A cidade alemã de Munique – que desde 1856 tornou-se a capital do reino da Baviera – é hoje uma metrópole de quase um milhão e meio de habitantes, sendo a terceira maior cidade do país, depois de Berlim e Hamburgo.

Situada às margens do rio Isar e no sopé dos Alpes, ligada ao resto da Europa por excelentes rodovias, ferrovias e um moderno aeroporto, tornou-se importante centro comercial, industrial, financeiro e cultural da Europa.

Depois da 2ª Guerra Mundial, quando muitas de suas edificações foram destruídas, Munique passou por um rápido processo de restauração, tornando-se novamente a bela cidade fundada pelos monges beneditinos.

Nestas últimas quatro décadas, Munique desenvolveu-se não somente como uma grande cidade industrial, mas também como um grande centro turístico.

Ela tem hoje uma rede hoteleira que congrega mais de quarenta mil leitos, que hospedam milhões de turistas anualmente, atraídos não somente pela sua Oktoberfest – a mais famosa festa da cerveja do mundo – mas também pelas suas belezas naturais e sua vida cultural intensa.

 

 

 

 

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