Dubai – Chegando...
Depois de ouvir falar das obras faraônicas, do hotel em forma de vela considerado um dos mais luxuosos do planeta, das ilhas artificiais em forma de palmeira e do prédio mais alto do mundo ainda em fase de construção, eu já tinha um bom motivo para conhecer Dubai. Ali seria realizada uma das maiores feiras de turismo do mundo árabe, a ATM – Arabian Travel Market, da qual havia sido convidado e que teria o apoio do amigo Ali Abdul Wahab, figura importante do Governo de Dubai, um dos diretores do Department of Tourism and Commerce Marketing.
Minha opção de viagem – embora não fosse a mais rápida – foi via Johannesburg, dali para Doha, no Qatar e finalmente chegando a Dubai. Cerca de 19 horas de vôo, sem contar algumas horas de espera e, naturalmente, compras, nos duty free dos aeroportos. Ao chegar a Dubai, qual não foi minha surpresa ao constatar que o hotel não havia enviado o visto de entrada. Normalmente, ao se confirmar a reserva no hotel, este envia o formulário para a imigração, o que não aconteceu. Foram quase três horas de espera até que o amigo Wahab providenciasse o mesmo.
Superado o problema, agora seria tomar um táxi até o hotel, no centro comercial de Dubai. Em pouco mais de quinze minutos, e ao preço de 70 dhirans (moeda local, cerca de US$20), o motorista do Corolla nos deixava à porta do New Península, nossa primeira estada na terra dos ricos e poderosos, e por que não, das Mil e Uma Noites ?
No dia seguinte, seríamos hóspedes especialmente convidados do Grosvernor House, um dos mais luxuosos hotéis estabelecidos na área de Jumeirah Beach, a mais cobiçada pelos turistas internacionais.
Do 20º andar, numa suíte com vista para a marina, o Golfo e aos mais belos edifícios daquela área nobre da cidade, a Nikon foi posta em uso. Era pouco mais do meio dia e o sol, colaborando com a bela paisagem, dezenas de fotos foram tiradas da sacada do hotel, grande parte delas enfeitam esta reportagem.